Houve um tempo em que camisa ganhava jogo

Houve um tempo em que camisa ganhava jogo. Nesta Copa, como diria o “professor” Luxemburgo, não tem mais ninguém bobo. A Itália entrou em campo com seu corte perfeito e porte de campeões e saíram de campo destroçados pela determinação da jovem Costa Rica. Balotelli queria um beijo da rainha da Inglaterra. Levou para casa um gol de Bryan James.

Estamos vendo uma superioridade indiscutível das seleções das Américas. Duas seleções europeias já garantiram seu retorno mais cedo para casa. Alguns dizem que é o fim do futebol de resultado. Eu digo que é o ressurgimento do futebol mágico temperado com a determinação daqueles que querem fazer história.

Temos sido presenteados com jogos de indiscutível qualidade, poucas faltas e muita bola rolando. A torcida, multicolorida, multirracial e intercontinental, transforma as arquibancadas em salões de festa onde os torcedores cantam, dançam e se encantam com a melhor Copa do País do Futebol.

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